terça-feira, 4 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
MONTADOR DE ANDAIMES OFFSHORE
A Swift está assessorando uma multinacional prestadora da área de petróleo com a vaga de Montador de Andaime para trabalhar offshore.
Requisitos:
• Ter curso avançado em andaimes;
• Experiência em operações FPSO;
• Experiência com sistemas de autorização de trabalho;
• Inglês Intermediário.
Interessados favor enviar CV atualizado em Inglês e Português com pretensão salarial para: asilva@swiftwwr.com (colocar vaga no assunto do e-mail)
Requisitos:
• Ter curso avançado em andaimes;
• Experiência em operações FPSO;
• Experiência com sistemas de autorização de trabalho;
• Inglês Intermediário.
Interessados favor enviar CV atualizado em Inglês e Português com pretensão salarial para: asilva@swiftwwr.com (colocar vaga no assunto do e-mail)
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
FEIRA SANTOS OFFSHORE 2011
Acontecerá na Santos Offshore 2011:
Exposição - Canal Fornecedor Petrobras -
Sessão de Negócios - Rodada de Negócios - Seminários
Sessão de Negócios - Rodada de Negócios - Seminários
terça-feira, 20 de setembro de 2011
ODEBRECHT FECHA ACORDO PARA FPSO
Odebrecht Óleo e Gás adquire sonda de perfuração semissubmersível e fecha acordo para FPSO
A Odebrecht Óleo e Gás (OOG), empresa da Organização Odebrecht que presta serviços à indústria de petróleo upstream, anunciou acordo com a empresa Stena Drilling para a aquisição da sonda de perfuração semissubmersível Stena Tay. A unidade, que será renomeada para ODN Tay, já operou no Brasil entre julho de 2000 e março de 2003 com as empresas Shell e Petrobras. É capaz de operar em lâmina d’água de até 2.400 m e possui um dos melhores desempenhos históricos do setor de perfuração. A transferência de título ocorrerá no segundo semestre deste ano, logo após uma breve estadia no estaleiro Asticam nas Ilhas Canárias, e sua chegada ao Brasil está programada para o primeiro trimestre de 2012.
A OOG também acaba de concluir uma joint venture com a Teekay Petrojarl, empresa norueguesa operadora de FPSOs, para a compra e operação de uma unidade de produção no Brasil, o FPSO Cidade de Itajaí. A unidade está em construção no estaleiro Jurong, em Cingapura, e tem previsão de chegada ao Brasil no primeiro trimestre de 2012. Terá capacidade de produção de 80.000 barris de óleo/dia e 650.000 barris de estocagem, e poderá operar em lâmina d’água de até 1000 m. Esta é a primeira unidade de produção que a OOG operará no Brasil. Essa aquisição é uma consequência da experiência que a OOG adquiriu ao longo de 13 anos de operação do FPSO North Sea Producer, no Mar do Norte em parceria com a Maersk FPSOs na exploração do campo de MacCulloch para a ConocoPhillips.
“Com mais esta operação, agora em território brasileiro, a empresa qualifica-se ainda mais para oferecer a seus clientes serviços de afretamento e operação dessas embarcações”, destaca Roberto Ramos, presidente da OOG.
Em maio, a unidade Norbe VI iniciou os trabalhos e a Norbe VIII chegou ao Brasil. Em 2013 quando todas as unidades estiverem em plena operação, a expectativa é atingir US$ 1,6 bilhão de faturamento, quando a empresa atingirá quatro mil funcionários. O orçamento para investimentos entre 2010 e 2013 é de US$ 3,5 bilhões.
Com a chegada da ODN Tay, a OOG se consolida como a empresa detentora de uma das maiores frotas do Brasil para águas profundas com 6 unidades, sendo 2 sondas de perfuração semissubmersíveis (Norbe VI e ODN Tay) e 4 navios de perfuração (Norbe VIII, Norbe IX, ODN I e ODN II) além das duas unidades de produção: O FPSO North Sea Producer, o qual está em operação no Mar do Norte em parceria com a Maersk FPSOs, e o FPSO Cidade de Itajaí, que operará no Brasil em parceria com a Teekay Petrojarl.
A operação e afretamento de sondas de perfuração e plataformas de produção, a atuação em subsea e a prestação de serviços integrados fazem parte da estratégia de crescimento da OOG.
Abaixo, a sonda de perfuração semissubmersível Stena Tay.
A Odebrecht Óleo e Gás (OOG), empresa da Organização Odebrecht que presta serviços à indústria de petróleo upstream, anunciou acordo com a empresa Stena Drilling para a aquisição da sonda de perfuração semissubmersível Stena Tay. A unidade, que será renomeada para ODN Tay, já operou no Brasil entre julho de 2000 e março de 2003 com as empresas Shell e Petrobras. É capaz de operar em lâmina d’água de até 2.400 m e possui um dos melhores desempenhos históricos do setor de perfuração. A transferência de título ocorrerá no segundo semestre deste ano, logo após uma breve estadia no estaleiro Asticam nas Ilhas Canárias, e sua chegada ao Brasil está programada para o primeiro trimestre de 2012.
A OOG também acaba de concluir uma joint venture com a Teekay Petrojarl, empresa norueguesa operadora de FPSOs, para a compra e operação de uma unidade de produção no Brasil, o FPSO Cidade de Itajaí. A unidade está em construção no estaleiro Jurong, em Cingapura, e tem previsão de chegada ao Brasil no primeiro trimestre de 2012. Terá capacidade de produção de 80.000 barris de óleo/dia e 650.000 barris de estocagem, e poderá operar em lâmina d’água de até 1000 m. Esta é a primeira unidade de produção que a OOG operará no Brasil. Essa aquisição é uma consequência da experiência que a OOG adquiriu ao longo de 13 anos de operação do FPSO North Sea Producer, no Mar do Norte em parceria com a Maersk FPSOs na exploração do campo de MacCulloch para a ConocoPhillips.
“Com mais esta operação, agora em território brasileiro, a empresa qualifica-se ainda mais para oferecer a seus clientes serviços de afretamento e operação dessas embarcações”, destaca Roberto Ramos, presidente da OOG.
Em maio, a unidade Norbe VI iniciou os trabalhos e a Norbe VIII chegou ao Brasil. Em 2013 quando todas as unidades estiverem em plena operação, a expectativa é atingir US$ 1,6 bilhão de faturamento, quando a empresa atingirá quatro mil funcionários. O orçamento para investimentos entre 2010 e 2013 é de US$ 3,5 bilhões.
Com a chegada da ODN Tay, a OOG se consolida como a empresa detentora de uma das maiores frotas do Brasil para águas profundas com 6 unidades, sendo 2 sondas de perfuração semissubmersíveis (Norbe VI e ODN Tay) e 4 navios de perfuração (Norbe VIII, Norbe IX, ODN I e ODN II) além das duas unidades de produção: O FPSO North Sea Producer, o qual está em operação no Mar do Norte em parceria com a Maersk FPSOs, e o FPSO Cidade de Itajaí, que operará no Brasil em parceria com a Teekay Petrojarl.
A operação e afretamento de sondas de perfuração e plataformas de produção, a atuação em subsea e a prestação de serviços integrados fazem parte da estratégia de crescimento da OOG.
Abaixo, a sonda de perfuração semissubmersível Stena Tay.
VAGAS DE HOTELARIA
Candidatos para atuar na Hotelaria Offshore vagas diversas: taifeiro / saloneiro / padeiro / chefe de cozinha / paioleiro / cozinheiro / ajudante de cozinha e comissária(o)
informar a vaga desejada no assunto
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
2ª TURMA DO CURSO DE PINTURA INDUSTRIAL DO SENAI EM APERIBÉ
Os alunos tiveram aulas teóricas e práticas durante o curso
O curso de pintura industrial teve carga horária de 60 horas
Ao centro o excelente Professor Moisés
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
CURSO DE HOMEM DE ÁREA EM ITAPERUNA
CURSO DE HOMEM DE ÁREA COM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS EM
APENAS 2 DIAS
CIDADE: ITAPERUNA-RJ
DIAS: 03 e 04 de SETEMBRO
INSCRIÇÕES: SHOPPING BITTENCOURT, LOJA 04 - CENTRO - ITAPERUNA-RJ / TEL: (22) 3824-4318
domingo, 28 de agosto de 2011
COLISÕES NO OFFSHORE: LIÇÕES IMPORTANTES NÃO APRENDIDAS
A Petroleum Safety Authority – PSA da Noruega está preocupada que muitas colisões entre navios e instalações da plataforma continental norueguesa – NCS poderiam ter levado a acidentes graves. Ela apelou para grandes melhorias nas operações de navios.
Um impacto dramático atingiu as manchetes da Noruega no verão de 2009, quando o navio de estimulação de poços Big Orange XVIII colidiu com a plataforma Ekofisk 04/02 W, a uma velocidade de quase 10 nós.
Avaria extensa foi causada, e a investigação da PSA concluiu que o acidente, sob circunstâncias ligeiramente alteradas, poderia ter se desenvolvido em um grave acidente.
Mas este evento não foi único de forma alguma. Colisões tem ocorrido na NCS, desde que a indústria do petróleo chegou na Noruega em meados dos anos 1960.
Em 1966, por exemplo, a plataforma Ocean Traveler quase afundou após o navio de suprimento Smit Lloyd 8 ter furado uma de suas colunas várias vezes quando descarregava, por causa da forte corrente e grandes ondas.
Relatado:
Um total de 115 colisões entre instações e embarcações visitantes a trabalho no campo foram relatadas desde 1982, e não menos que 26 entre 2001 e 2010. Nenhum desses incidentes causou perda de vida humana ou danos pessoais, mas dano material tem sido extensivo em alguns casos.
Lições não aprendidas:
A investigação do acidente do Big Orange XVIII revelou que lições importantes não tinham sido aprendidas após um evento semelhante em junho de 2005, quando o navio de suprimento Ocean Carrier colidiu com uma ponte em Ekofisk.
Ambos os casos envolveram rotinas inadequadas para passar o comando do navio de um Oficial para outro. E, embora as colisões tenham ocorrido por uma variedade de razões, houve reincidência de algumas das principais características. Esses incidentes são frequentemente o resultado da má organização do trabalho e das responsabilidades, a formação deficiente do pessoal envolvido, ou a falha técnica de equipamento. As instalações da NCS são dimensionados para suportar colisões de um certo porte, mas uma série de tais acidentes têm envolvido energias de impacto superiores aos valores de projeto. A PSA diz que “tem de lidar com este problema, e acredita que é necessário uma melhora significativa nas operações de navios, juntamente com melhores métodos para avaliar as cargas em instalações e sua força”.
Educação:
Prestar mais atenção aos aspectos da educação e da organização também será importante, juntamente com uma redução na taxa de falha técnica. No entanto, o PSA não vê necessidade de alterar os regulamentos. A tendência é boa para as colisões entre as instalações de petróleo e embarcações que não trabalham no campo, com um declínio no número de incidentes. Isso reflete em parte um bom monitoramento. Duas estações de gerenciamento de tráfego, uma no Ekofisk e outra em Sandsli ao largo de Bergen, cobrem a maioria da NCS. Algumas instalações fixas e unidades móveis também são responsáveis por manter o controle do tráfego de passagem marítima.
Big Orange - Antes do Acidente
Um impacto dramático atingiu as manchetes da Noruega no verão de 2009, quando o navio de estimulação de poços Big Orange XVIII colidiu com a plataforma Ekofisk 04/02 W, a uma velocidade de quase 10 nós.
Avaria extensa foi causada, e a investigação da PSA concluiu que o acidente, sob circunstâncias ligeiramente alteradas, poderia ter se desenvolvido em um grave acidente.
Mas este evento não foi único de forma alguma. Colisões tem ocorrido na NCS, desde que a indústria do petróleo chegou na Noruega em meados dos anos 1960.
Em 1966, por exemplo, a plataforma Ocean Traveler quase afundou após o navio de suprimento Smit Lloyd 8 ter furado uma de suas colunas várias vezes quando descarregava, por causa da forte corrente e grandes ondas.
Big Orange - Depois do Acidente
Complexo de Ekofisk
Relatado:
Um total de 115 colisões entre instações e embarcações visitantes a trabalho no campo foram relatadas desde 1982, e não menos que 26 entre 2001 e 2010. Nenhum desses incidentes causou perda de vida humana ou danos pessoais, mas dano material tem sido extensivo em alguns casos.
Lições não aprendidas:
A investigação do acidente do Big Orange XVIII revelou que lições importantes não tinham sido aprendidas após um evento semelhante em junho de 2005, quando o navio de suprimento Ocean Carrier colidiu com uma ponte em Ekofisk.
Ambos os casos envolveram rotinas inadequadas para passar o comando do navio de um Oficial para outro. E, embora as colisões tenham ocorrido por uma variedade de razões, houve reincidência de algumas das principais características. Esses incidentes são frequentemente o resultado da má organização do trabalho e das responsabilidades, a formação deficiente do pessoal envolvido, ou a falha técnica de equipamento. As instalações da NCS são dimensionados para suportar colisões de um certo porte, mas uma série de tais acidentes têm envolvido energias de impacto superiores aos valores de projeto. A PSA diz que “tem de lidar com este problema, e acredita que é necessário uma melhora significativa nas operações de navios, juntamente com melhores métodos para avaliar as cargas em instalações e sua força”.
Educação:
Prestar mais atenção aos aspectos da educação e da organização também será importante, juntamente com uma redução na taxa de falha técnica. No entanto, o PSA não vê necessidade de alterar os regulamentos. A tendência é boa para as colisões entre as instalações de petróleo e embarcações que não trabalham no campo, com um declínio no número de incidentes. Isso reflete em parte um bom monitoramento. Duas estações de gerenciamento de tráfego, uma no Ekofisk e outra em Sandsli ao largo de Bergen, cobrem a maioria da NCS. Algumas instalações fixas e unidades móveis também são responsáveis por manter o controle do tráfego de passagem marítima.
CONCLUÍDO O RESGATE DAS VÍTIMAS DO ACIDENTE DE HELICÓPTERO NA BACIA DE CAMPOS
A Petrobras, a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Marinha, concluíram nesta tarde o resgate dos corpos das quatro vítimas do acidente que envolveu o helicóptero da empresa Senior Táxi Aéreo, no fim da tarde de sexta-feira (19).
Os corpos foram encaminhados ao IML de Macaé, no Rio de Janeiro.
As empresas Senior Táxi Aéreo, Engevix e Brasitest estão prestando toda a assistência às famílias, com o suporte da Petrobras.
O helicóptero, a serviço da Companhia, solicitou autorização para um pouso de emergência no Aeroporto de Macaé. O Plano de Emergência da Bacia de Campos foi acionado assim que a torre de comando do Aeroporto de Macaé perdeu o contato com a aeronave, por volta das 17h.
A aeronave transportava os passageiros Ricardo Leal de Oliveira, de Rio das Ostras (RJ), auxiliar técnico de planejamento da empresa Engevix; e João Carlos Pereira da Silva, de Campos dos Goytacazes (RJ), técnico de inspeção da empresa Brasitest; além do piloto Rommel Oliveira Garcia, do Rio de Janeiro (RJ); e do co-piloto Lauro Pinto Haytzann da Sênior Táxi Aéreo, de São Paulo (SP).
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
STAND NA EXPOSIÇÃO DE PÁDUA 2011
Na foto acima, Inácio Zanata e o ex aluno Alessandro, que após fazer o curso, já está trabalhando embarcado. Não perca essa chance e faça também o Curso de Salvatagem em Aperibé.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
CURSO DE PINTURA INDUSTRIAL EM APERIBÉ PELO SENAI
CURSO DE PINTURA INDUSTRIAL
EM APERIBÉ EM APENAS 10 DIAS
PELO SENAI.
DIA 15/08/11 - SEGUNDA-FEIRA
DIA 15/08/11 - SEGUNDA-FEIRA
TENHO APENAS 3 VAGAS.
INTERESSADOS LIGAR PARA (22) 9890-6207
terça-feira, 2 de agosto de 2011
TURMAS DE SALVATAGEM EM APERIBÉ, CORDEIRO E ITAPERUNA
HAVERÁ TURMAS DO CURSO DE SALVATAGEM + HUET NAS CIDADES DE:
==> APERIBÉ: DIA 03 DE SETEMBRO
==> ITAPERUNA: DIA 29 DE AGOSTO
==> CORDEIRO: DIA 27 DE AGOSTO
VAGAS LIMITADAS!! INSCRIÇÕES PELO CELULAR (22) 9890-6207
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